domingo, 11 de dezembro de 2011

Iridescent



"É para sempre" dizia ela
Pelos vistos nada é para sempre não é?

Lembra-te de mim, pelo que era
Lembra-te de mim, por aquilo que sempre quis ser
Lembra-te de mim e na enorme vontade de te ter

De te puder ver
E ao mesmo tempo, de te puder abraçar
Pequenas vitórias que ninguem as podia tirar

Rissos e mais rissos
Brincadeiras e mais palhaçadas
Eram momentos como esses
Em que ninguem se importava

Era tão teu, como tu eras tão minha
Era tão presente
Como tu um pilar na minha vida

Lembra-te de quando nos magoávamos
Lembra-te do quanto éramos estupidos
Mas mesmo assim resultávamos

Lembra-te de mim como uma pessoa
Que esteve sempre ou quase sempre ao teu lado
Dias e noites contigo passado
Sem dando importancia ao lugar ou ao estado

Tão imprudente, tão lucido
Mas ao mesmo tempo tão inconsciente
Em não ver a verdade há minha frente

O que é teu será sempre teu
O que é nosso, dificilmente alguem conseguiri-a apagar
Aqueles pequenos hábitos
Ou aqueles velhos lugares

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